Publicado em:  20/3/2009 

A Arca de Noé

 

 

Existem provas hoje de que a Arca de Noé realmente foi construída?

 

Vamos voltar na História e relembrar dos fatos ocorridos...

O filho de Lameque e o neto de Matusalém, Noé, aparece na décima geração depois de Adão.

 

Noé tornou-se o centro de uma das mais conhecidas histórias da Bíblia. Ele e sua família viviam num mundo tão violento e pecador que Deus decidiu que não iria permitir que a raça humana existisse mais naquela época.

 

Mas, no meio de tanta decadência, havia um homem -NOÉ- que tinha fé em Deus e vivia de acordo com as coisas de Deus. Tão justo era Noé que Deus lhe revelou Seu plano e fez uma promessa de salvar a ele e a sua família.

 

Deus deu um projeto de 120 anos a NOÉ e disse-lhe para construir uma arca porque iria fazer cair água do céu e inundar toda a Terra. Noé fez tudo o que Deus lhe ordenou e com a idade de 600 anos presenciou tudo acontecer de acordo com o que Deus havia lhe dito.

 

Ele fez da arca sua casa durante os 40 dias de chuva sobre a Terra. A Bíblia afirma: “...e tudo o que havia fôlego de espírito de vida nos seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu” (Gênesis 7:22). E assim foi até o sétimo mês, e no dia dezessete a arca repousou sobre os Montes de “Ararate” (Gênesis 8:4).

 

E foram as águas minguando até o décimo mês. Essa é a história que conhecemos. Mas onde estará a “arca”? Por que ninguém consegue encontrá-la, ainda mais hoje em dia num mundo de tantas tecnologias e satélites que podem tirar uma foto em nítida imagem de uma pessoa aqui na Terra?

 

 

 

 

 

Pois isso é fato! Realmente, estão descobrindo várias evidências desde 1883 de que existe uma grande embarcação no monte Ararate, na Turquia. Fotos tiradas de satélites, depoimentos de pessoas que dizem ter chegado até a arca e evidências como uma pedra que se parece uma âncora foram apresentadas.      

 

 

 

Também amostras da suposta madeira da arca estão sendo analisadas e muitas inscrições em rochas encontradas na região, aos redores do monte, servem de fatos de que realmente existe uma arca em algum lugar por ali.

 

Em 17 de junho de 1949, uma missão de rotina da Força Aérea Americana fotografou a mais de 4 mil metros de altura algo muito estranho. Os especialistas analisaram as fotos e emitiram um relatório chamado “anomalia do Ararate” e foi mantido em segredo por mais de 50 anos.

 

Mas, em 1993, Porcher Taylor um estudante especializado em satélites e diplomacia começou a fazer severas perguntas sobre esses arquivos. Ele acabou descobrindo que junto com as fotos de 1949 também haviam outras fotos tiradas por um U-2 (avião-espião) e fotos de alta resolução tiradas pela CIA em 1973 usando o satélite militar KH-9 e até fotos mais sofisticadas tiradas pela CIA através do satélite KH-11 em 1976/1990/1992.

 

Depois de muitos esforços, o serviço de defesa liberou 6 fotos das tiradas em 1949 e não foram suficientes para provar se a anomalia era uma formação rochosa ou algo construído por mãos humanas. As fotos foram tiradas de muito longe e um pouco fora de foco (1949).

 

Mesmo depois de outras tentativas usando um satélite comercial de alta precisão, as fotos tiradas no verão de outubro/99 (um dos mais quentes de todos os tempos na Turquia) ainda não davam para terem certeza sobre a anomalia encontrada no monte Ararat. A espessura de gelo é muito profunda e isso torna quase impossível se obter uma foto nítida daquele lugar.

 

Se a arca existe, por que então eles não conseguem encontrá-la? E por que não se organiza uma grande expedição para desvendar tudo? Primeiro: porque durante quase todo o ano o Ararat é coberto de neve. Segundo: os terroristas curdos atrapalham e atacam expedicionários que se aventuram a subir o monte: aquela é uma região muito conturbada.

 

Nos anos 90, mais de 6 mil pessoas morreram no monte e só existe permissão para subir do lado sul, enquanto a suposta arca está no lado norte.

 

Um geólogo Adventista uma certa vez declarou: “Talvez a maior descoberta arqueológica de todos os tempos - a Arca de Noé - esteja sendo preservada providencialmente para, no momento certo, ser revelada ao mundo como um monumento, prestando silenciosamente sua homenagem ao Criador e Mantenedor da vida, o mesmo Deus que amorosamente deseja implantar em nosso ser a Sua própria imagem, para que possamos habitar eternamente em Sua companhia, no Céu e na Nova Terra, finalmente restaurados”.

 

Autor: Joseano De Souza (Nano)

Dallas,TX

 

E-mail: nanonano4@hotmail.com

 

O Outro Lado:

 

A Arca de Noé Já Foi Encontrada?

 

A busca pela Arca de Noé tem recebido atenção internacional nas últimas duas décadas. Dezenas de expedições à região do Ararate na Turquia Oriental, a maioria das quais compostos por grupos cristãos norte-americanos, têm gerado numerosas afirmações - sem no entanto prova alguma.

 

Concepção artística da Arca de Noé baseada em informações bíblicas e relatórios sobre achados no Monte Ararate.

 

De acordo com a Bíblia, a Arca de Noé era uma grande barcaça construída de madeira e impermeabilizada com betume. Suas dimensões eram aproximadamente 450 pés de comprimento, 75 pés de largura e 45 pés de altura com três andares interiores. Aparentemente, uma “janela” foi construída ao seu teto. (Gênesis 6:14-16).

As dimensões da Arca a tornam a maior embarcação marítima conhecida existente antes do século XX e suas proporções são surpreendentemente semelhantes às encontradas nos grandes transatlânticos atuais.

A Bíblia diz que o barco de Noé repousou sobre "os montes de Ararate" (Gênesis 8:4). “Ararate” provavelmente se refere a uma região (o antigo reino de Urartu) e não um monte específico.

Após a saída de Noé e sua família para a montanha, o barco virtualmente desapareceu das páginas da Bíblia. Os escritores bíblicos que vieram posteriormente nunca deram indicativos de que soubessem que a Arca ainda podia ser vista.

Monte Ararate na Turquia onde foram reportadas muitas “visões da Arca”.

O monte atualmente denominado “Ararate” é semelhante a uma cadeia com dois picos gêmeos. É muito interessante observar que existem diversas referências no decorrer da história que relatam sobre um grande barco em uma montanha nesta região. As mais antigas referências (início do século III D.C) sugerem que era de conhecimento geral que a Arca ainda podia ser vista no Monte Ararate.

Reportagens durante o século passado envolvem visitas à embarcação, coleta de madeira e fotografias aéreas. Em geral, acredita-se que pelo menos uma parte da Arca ainda está intacta, não no pico mais alto, mas em algum lugar acima do nível dos 10.000 pés.

Aparentemente encoberta por neve e gelo na maior parte do ano, apenas em alguns verões quentes a estrutura pode ser localizada e visitada. Algumas pessoas dizem terem andado no seu teto, outras terem andado na parte interna.

Nos anos 80, a “arca-logia” obteve certo ar de respeitabilidade com a participação ativa do ex-astronauta da NASA James Irwin em expedições à montanha.

Além disso, as investigações sobre a Arca também foram aceleradas com a dissolução da União Soviética, pois a montanha estava justamente na fronteira entre União Soviética e Turquia. As expedições à montanha eram consideradas como uma ameaça à segurança pelo governo soviético.

Infelizmente, visitas posteriores aos locais descritos não produziram evidências adicionais, o paradeiro revelado pelas fotografias é atualmente uma incógnita e as diferentes visões não indicam o mesmo local. Além disso, o astronauta James Irwin faleceu, uma testemunha visual recentemente se retratou publicamente e existem poucas novas expedições à montanha nos anos 90.

Porém ainda existem alguns esforços. Mesmo considerando que a Associates for Biblical Research não está direcionada para qualquer um destes esforços, temos pesquisado documentos antigos, procurado por relatos de testemunhas visuais e renovado esforços para mapear o local de repouso da Arca.

Existem ainda muitas expedições pendentes. Se realmente estiver lá, certamente saberemos.

 

Comentários Adicionais

 

Devido a um popular filme de Hollywood apresentado em 1976 ("In Search of Noah"s Ark - Em Busca da Arca de Noé"), muitas pessoas ainda têm a impressão que a Arca de Noé foi definitivamente encontrada.

Um item particularmente memorável para as pessoas era uma fotografia espacial confusa de algo que se acreditava ser a Arca. Expedições posteriores provaram que o objeto era simplesmente uma grande formação rochosa.

Nos anos de 1980 e 90, muitos foram enganados por estórias de notícias televisivas ou divulgadas em artigos nos jornais alegando que a Arca tinha sido encontrada em local completamente diferente. Os relatos referiam-se a uma estrutura em forma de barco a 15 milhas do Monte Ararate.

Infelizmente, foram divulgados diversos testemunhos exagerados sobre este local, frequentemente denominado Local de Durupinar. Através de pesquisas geológicas extensivas, utilização de radar de terreno e dados de análise de formações terrestres, patrocinadas internacionalmente por um anestesista americano chamada Ron Wyatt, confirmou-se, sem margem de dúvidas, de que a estranha formação é uma característica geológica comum na região do Ararate. Não é a Arca de Noé.

Traduzido por Daniel Ho

Autor: Paul S. Taylor and Mark Van Bebber da Eden Communications

 

Nota do Editor IASD Em Foco

 

Particularmente, acredito que muito em breve a “Arca de Noé” será encontrada e espero estar aqui para lhes dar de primeira mão esta notícia. Por enquanto, temos apenas suposições e muita especulação – principalmente vindas do americano Ron Wyatt que, diga-se de passagem, a se confirmar metade das descobertas arqueológicas que ele alardeia aos “quatro cantos” da Terra, Wyatt seria seguramente o maior arqueólogo que já pôs os santos pés neste planeta – rs maior até que o Indiana Jones!!! No intento de suscitar debates e trazer sempre informação com qualidade, postamos o artigo do amigo Joseano e o outro do Paul S. Taylor, como a tradução do Daniel Ho ficou truncada em alguns pontos, eu recorri à minha tradutora preferida – Rosangela Rocha Lira – e aqui vai o pequeno texto esclarecedor:

“Nas décadas de 1980 e 1990, muitos foram enganados por notícias na Internet e artigos de jornais que afirmavam ter a Arca sido encontrada num local completamente diferente. Os relatórios eram sobre uma estrutura com forma de embarcação a 25km do Monte Ararate. Infelizmente, foram propagadas varias reivindicações exageradas sobre este sítio. Freqüentemente se faz referência a este local como o sítio Durupinar. Ele foi internacionalmente promovido por um enfermeiro anestesista americano chamado Ron Wyatt, conhecido por fazer afirmações imprecisas. Pesquisas geológicas, radar subterrâneo e dados de perfuração interna mais tarde confirmaram sem margem de dúvida que esta estranha formação não é a Arca. É meramente uma formação geológica comum em toda a região do Ararate”.

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